Livro lido no Momento III
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Roteiro do meu terceiro vídeo feito e editado por mim...
Oláaaa, tudo bem com vocês? Aqui é a Thatá, tenho 13 anos de idade. E neste vídeo irei, contar os três últimos capítulos do livro Angélica, da autora Lygia Bojunga.
CAPÍTULO VII:
A IDEIA
A ideia que Porto de para Angélica foi assim:
"Você não disse que queria trabalhar numa coisa que achasse bacana?
Você não disse que um dia queria contar tua história pra mais gente ouvir?
Então? Mistura as duas coisas, Angélica!
Pega tudo que você me contou no restaurante, faz um teatrinho com a tua história e sai mostrando por aí.
Pronto: fim da ideia."
Angélica e Porto então começaram a trabalhar na peça de teatro. Todos os dias se encontravam e discutiam sobre certas cenas e falas.
Como Porto gosta mais de desenhar do que escrever, ele que fez o cenário.
Algumas cenas saíam direitas, outras tortas. por isso eles resolveram por na peça um explicador, para ver se ele explicava direito aquilo que estava torto.
Quando eles terminaram a peça, estouraram de contentes. Ao total tinham treze personagens: o Explicador, o Vô, o pai, a Mãe, a Angélica e os oito irmãos. E era assim:
CAPÍTULO VIII:
ANGÉLICA
PRIMEIRO ATO
Explicador: Torotototó!! Senhoras, senhores, crianças, bichos de toda espécie, distinto público: boa tarde! Hoje vamos apresentar uma peça chamada "Angélica". A peça tem dois atos, o primeiro com noventa centímetros e o segundo com um metro e dez. Como aí fora a gente sempre apresenta as pessoas que nunca se viram, nós achamos que aqui no palco a gente tinha que fazer a mesma coisa. Então vamos começar. Quem está entrando é a Angélica. Oi, Angélica! Tudo bem? Olha, eu queria te apresentar o público. Taí.
Angélica: Muito prazer. Pode não parecer, mas eu sou uma cegonha. E tem mais: uma cegonha pai, mãe, avô e uma porção de irmãos. Esse que vem aí é meu avô.
Vô: Boa tarde. É um prazer conhecer vocês todos.
Angélica: Quantos anos você tem, Vô?
Vô: Uma porção. Não vou dizer quantos senão vocês vão me achar muito velho.
Angélica: Quantas horas você dorme por dia, Vô?
Vô: Uma porção. Não vou dizer quantos senão vocês vão me achar muito dorminhoco.
Angélica: Quantos lanches você faz por dia, Vô?
Vô: Poucos.
Angélica: Vô...
Vô: Muito poucos.
Angélica: Fala a verdade, Vô...
Vô: Uma porção. Não vou dizer quantos senão vocês vão me achar muito guloso. Por falar nisso...Tá na hora de fazer um lanchezinho. Tchau.
Angélica: Esses que acabaram de chegar são papai e mamãe.
Pai: Muito prazer.
Mãe: Muito mesmo!
Pai: Eu sou um chefe de família feliz.
Mãe: Tão feliz!
Pai: Meus filhos me respeitam, meus vizinhos me respeitam, todo mundo me respeita.
Mãe: Eu também!
Pai: O quê?
Mãe: Te respeito.
Pai: Ah, pois faz muito bem. Se tem uma coisa que eu gosto é respeito, e se tem outra coisa que eu detesto é falta de respeito.
Mãe: Eu também.
Pai: Aliás, nós somos a família mais respeitada deste lugar.
Mãe: Somos tão respeitados!
Pai: Bom, já nos apresentamos, agora já podemos ir embora.
Mãe: Então vamos.
Angélica: E esse trenzinho que vem aí são meus oito irmãos.
Os Irmãos: Uuuuuuuuuuu!...Tchoque-tchoque, tchoque-tchoque, tchoque-tchoque...
Explicador: Desde pequenininhos que eles têm mania de andar assim: aonde vai um, vão todos.
Angélica: Ei pessoal! Vocês querem fazer o favor de parar e se apresentar?
Os Irmãos: Me chamo Lutero. Oi! E eu Luís. Oi! Meu nome é Luva. Oi! E o meu Lucas. Oi! Eu sou a Lua. Alô! E eu sou o Lume. Olá! Eu sou o Ludo. Oi, oi! E eu o Lux. Boa tarde, querido público.
Lutero: Uuuuuuuuuuu!.
Os Irmãos: Tchoque-tchoque, tchoque-tchoque, tchoque-TCHAU!!
Angélica: E como, às vezes, as peças não explicam tudo que a gente quer saber, nós achamos que era melhor ter um explicador. Taí. Qualquer coisa vocês quiserem saber é só perguntar para ele. E agora eu vou representar. Até já.
Explicador: Como é de dia, eu vou aproveitar um prego que eu tô vendo bem ali pra pendurar o sol. Eu também tenho uma lua guardada aqui no bolso. Vamos ver se uma hora dessas fica de noite pra ela poder aparecer. Aqui atrás é a casa da da Angélica no tempo em que a Angélica ainda não tinha nascido mas já estava pra nascer. Deixa eu abrir o pano. Pronto. Vocês podem achar esquisito que a casa só tem dentro esse ovo, mas casa de cegonhas é assim mesmo: bem vazia e...ué, Lux, o que que você tá fazendo escondido aí atrás?
Lux: É que agora mesmo a mamãe vai chegar pra chocar o ovo, e como ela tem aquela mania de não perder tempo, sempre que tá chocando tá tricotando.
Explicador: E daí?
Lux: É tão gozado! Ela não para de tricotar uma manta que tá sempre do mesmo tamanho: eu fico aqui escondido, e tudo que ela vai tricotando de um lado eu vou puxando o fio e vai destricotando do outro. Gozado mesmo.
Explicador: Você não toma jeito, não?
Lux: Eu tô pensando em hoje acabar com a manta de vez. Ih, aí vem a família toda.
Explicador: Então deixa eu ficar neste canto pra não atrapalhar ninguém.
Mãe: Cadê a escadinha?
Pai: Os meninos já estão trazendo.
Vô: Nunca vi um ovo tão grande.
Mãe: Nem eu. Não dá pra chocar sem escada de jeito nenhum.
Lutero: Pronto, mamãe. Pode subir.
Mãe: Obrigada. Me alcança o meu tricô, Luva. Ai, ai! Não vejo o dia de acabar essa manta.
Lua: Mãe, quando é que a gente vai ganhar outro irmãozinho?
Mãe: Está pra nascer a qualquer momento.
Luís: E como é que ele vai se chamar?
Pai: Se for macho, Lúcio, se for fêmea, Luneta: gosto desses nomes.
Mãe: Eu também gosto tanto! Que coisa esquisita, não sei como é que pode: eu tricoto, tricoto, tricoto e a manta está sempre do mesmo tamanho.
Vô: Meu relógio bateu quatro horas. Tá na hora de fazer um lanchezinho.
Luva: Eu gosto tanto do relógio do vô: toda hora ele bate hora de comer.
Pai: O único relógio certo é o da torre. E ele não bateu quatro horas.
Vô: Bateu sim, que eu ouvi.
Mãe: Pois eu ouvi bater duas. E duas horas é hora da sesta. Vamos dormir.
Pai: Não bateu nem quatro nem duas.
Mãe: O que é que bateu então?
Pai: Não bateu nada.
Todos: Ah!...
Mãe: Bom, se ele não bateu nada de novo, o jeito é continuar fazendo o que a gente já estava fazendo antes.
Relógio: Blemblemblembom-tontim blemblem.
Todos: Agora bateu!
Lua: Mas que batida enrolada! Não entendi nada.
Vô: Quatro horas! Hora do lanche! O que que a gente vai comer?
Pai: Bateu foi três horas. E três horas é hora de quem-disse-o-quê.
Vô: Bateu quatro.
Mãe: Eu acho que bateu duas.
Pai: Bateu Três.
Lume: Ah, assim não dá pé! Relooooooooógio! Quer fazer o favor de bater outro vez bem explicado pra gente poder resolver esse caso?
Relógio: Blem... blem... blem...
Pai: Tão vendo? Eu sou o chefe da casa e sei o que digo: três horas: hora de quem-disse-o-quê. Que ótimo, eu adoro essa hora! Muito bem, muito bem, vamos ver: quem é que disse o quê?
Lutero: Hoje a professora disse na classe que ninguém pode matar cegonha porque são as cegonhas que trazem os bebês pro mundo.
Pai: Tão vendo como nós somos respeitados?
Todos: Que bom!
Pai: Quem mais disse o quê?
Luva: Encontrei um garoto na rua e ele pediu pra eu dar um jeito dele ganhar um irmão: tá cansado de ser filho único.
Pai: Tão vendo como nós somos importantes?
Todos: Que bom!
Lua: E o que que você disse pro menino?
Luva: Disse que ia dar um jeito, sim.
Lua: Que jeito?
Luva: Ah, isso eu não sei.
Pai: E nem precisa saber, minha filha. Nessas horas basta a gente dizer que vai dar um jeito e pronto: não precisa mais nada.
Mãe: Ué, agora a manta está andando pra trás: eu vou tricotando e ela vai ficando menor.
Pai: Quem mais disse o quê?
Lume: Na hora do recreio a filha da Dona Ema disse que é mentira: que a gente não trás bebê nenhum pro mundo.
Todos: Psiu!!!
Pai: Fala baixo, menino!
Vô: E o que que você disse?
Lume: Eu dei tanta bicada nela que ela acabou dizendo pra todo mundo que eram cegonhas que traziam os bebês, sim.
Todos: Ah, bom!!!
Mãe: Como é que pode? A manta está ficando cada vez menor.
Pai: Alguém mais disse mais alguma coisa de nós pra nós contra nós?
Lucas: Disse, sim. Quando a gente ia passando na casa da Dona Avestruz, ela mandou perguntar se podia pagar com uma bandeira o favor que estava nos devendo.
Pai: Com uma bandeira?
Mãe: Eu acho bandeira uma coisa tão bonita!
Ludo: É sim, pai, uma bandeira com o desenho da gente carregando um bebê no bico. Ela disse que esse desenho é muito conhecido e muito bonito. Ela falou que primeiro tinha pensado em bordar uma almofada com esse desenho, mas depois lembrou que se fosse almofada todo mundo ia sentar na gente. Aí ela achou que era melhor bordar o desenho numa bandeira , e aí a gente bota a bandeira na frente da nossa casa e aí todo mundo que passa e vê que a gente já tem até bandeira passa a respeitar a gente ainda mais.
Pai: Mas que ideia bonita! E eu que sempre achei que a Dona Avestruz não tinha nenhuma ideia lá dentro da cabeça dela.
Mãe: Eu também pensei que... ué: a manta acabou...
Relógio: Blem... blem...
Luís: Duas horas: chegou a hora da sesta.
Vô: Engraçado, o tempo está andando pra trás.
Mãe: Que nem a manta. Xi!... Será que o tempo também vai acabar que nem a manta?
Todos: Será?
Pai: Que barulho esquisito é esse que eu tô ouvindo?
Vô: Esquisitíssimo.
Lua: Tô com medo, mamãe.
Ludo: Eu também: o barulho tá ficando cada vez mais esquisito.
Pai: Tá aumentando... tá aumentando...
Lutero: Será barulho do tempo acabando?
Todos: Será?
Vô: Tempo acabando?...
Mãe: ...ou começando?
Lux: O ovo tá rebentando! O ovo tá rebentando! O ovo tá...
Angélica: Nasci!!!
Pai: Você pode anunciar que nasceu, berrando mais baixo, minha filha.
Angélica: Nasci.
Todos: Viva! Viva! Um abraço! Coisa bacana que é nascer! Outro abraço! Viva!
Mãe: É fêmea! Vai se chamar Luneta.
Pai: Vamos ensinar Luneta a andar?
Os Irmãos: Vamos!
Pai: Vem cá, Luneta, vem abraçar o papai.
Vô: Como ela é esperta: saiu direitinho de dentro do ovo.
Pai: Não, não, Luneta, vem por aqui. Olha, eu vou riscar um linha com este giz. Você só vai andar pela linha que eu riscar, viu? Pronto. Vem.
Vô: Não é por aí não, Luneta! Não é nada disso, menina!
Lutero: Xi, ela não andou na linha!
Os Irmãos: Não andou, papai.
Mãe: Que pena. Mas não há de ser nada: o resto ela vai fazer certinho. Vamos ensinar Luneta a falar?
Os Irmãos: Vamos.
Mãe: Diz papai.
Angélica: Mamãe.
Mãe: Não: eu tô dizendo pra dizer papai.
Angélica: Mamãe.
Lutero: Xi, ela é espírito de porco, papai!
Lux: Ela anda diferente da gente.
Luís: Ela ri diferente.
Lua: O jeito dela é todo diferente.
Mãe: Então é melhor ela não ter nome começando com lu.
Pai: É. Vamos pensar outro nome pra ela.
Vô: Mas um nome de muito boa qualidade, porque ela vai ter que usar pra vida inteira.
Pai: Então vamos começar a andar de um lado pra outro.
Explicador: Eles estão andando assim porque disseram que quando a gente anda de um lado pra outro pensa muito melhor.
Relógio: Blem... blem... blem...
Mãe: Três horas outra vez! Tá na hora de resolver o nome.
Vô: Fila! Fila! Os maiores na frente e os menores atrás. Assim. Cada um que passar pela recém-nascida vai dando um nome pra ela.
Pai: Rosa Maria.
Vô: Azul Celeste.
Mãe: Antuérpia.
Lutero: Angélica.
Lua: Violeta.
Luva: Esponja.
Ludo: Claraboia.
Lume: Chuva de Prata.
Lucas: Sol Poente.
Lux: Dó-ré-mi.
Luís: Fá.
Angélica: Eu quero Angélica.
Pai: Então pronto: pra vida inteira você vai ser Angélica.
Relógio: Blemblem doze vezes: estou com preguiça de bater tudo.
Vô: Meio-dia! Que bom, tá na hora do almoço! Vamos! Vamos, todos!
Explicador: Ei, Lutero, aproveita pra levar o ovo embora. Obrigado. o tempo foi passando, passando, passou. Angélica aprendeu a andar e a voar que só vendo; aprendeu a pensar, a ler e a escrever. E durante esse tempo que passou a bandeira da Dona Avestruz ficou pronta. Todo dia o Vô e a Angélica saíam marchando com a bandeira e cantando uma marchinha que a família tinha feito. Olha: aí vem eles.
Vô e Angélica: Marcha, cegonha,
Aprende essa lição:
A nossa bandeira
Não é brincadeira:
É uma grande curtição.
Angélica: Vô, que coisa mais legal a gente ser cegonha, não é?
Vô: Legalíssima.
Angélica: Trazer tudo quanto é bebê pro mundo - já pensou?
Vô: Pois é.
Angélica: Eu acho tão bacana esse negócio da nossa família viver pra baixo e pra cima buscando os bebês que estão guardados no céu. E essa história então de trazer eles no bico embrulhadinhos numa fralda eu acho o máximo - não acha, não?
Vô: Vamos marchar mais um pouco ?
Angélica: Não é à toa que os outros bichos todos têm inveja da gente. Nenhum carrega bebê. Só nós. Que legal, hem, Vô?
Vô: Marcha, cegonha, aprende essa lição...
Angélica: Vô, quando é que vou começar a carregar bebê?
Vô: A nossa bandeira...
Angélica: Vô, não fica mudando de assunto.
Vô: Não é brincadeira...
Angélica: Vô, escuta, Vô, eu já tô ficando grande: quando é que vou começar a carregar bebê também, hem?
Vô: É uma grande curtição.
Angélica: Vô! Ei, Vô, não some, não. Ei! Pronto: sumiu.
Os Irmãos: Uuuuuuuuuuu! Tchoque-bobalhona, tchoque-bobalhona, tchoque-bobalhona...
Angélica: Que novo barulho de trem é esse?
Lucas: Que bobalhona que a Angélica é!
Os Irmãos: Qua qua qua qua qua!
Angélica: Bobalhona por quê?
Ludo: Querendo saber quando é que vai começar a carregar bebê!
Os Irmãos: Qua qua qua qua qua!
Angélica: E o que que tem eu querer saber?
Lutero: Essa história de dizer que os bebês estão guardados no céu e que são as cegonhas que trazem eles pro mundo é uma mentira, Angélica.
Angélica: Mentira?
Lua: Lugar de guardar bebê é na barriga de mãe, sua boba.
Angélica: É onde?
Lutero: Barriga de mãe é que nem um jardim.
Lux: Explica melhor, Lutero: ela não tá entendendo.
Lutero: Quando a pessoa tem um jardim e quer ver uma flor nascer, bota uma semente na terra, não bota? A semente cresce lá dentro da terra, depois vira flor. Quando o casal quer ver um filho nascer, o homem bota uma semente na mulher. A semente vai crescendo lá dentro da mãe. Que nem num jardim. Só que invés de virar flor, vira bebê.
Angélica: É mesmo?
Os Irmãos: É.
Angélica: Que coisa mais bem feita.
Lutero: Pois é.
Angélica: Mas barriga de mãe é um lugar tão legal pra guardar criança; por que que bolaram então esta história das cegonhas?
Luís: Sei lá! Parece que acharam mais bacana.
Lutero: O que interessa é que a bolação pegou.
Os Irmãos: Que-bom-que-pegou!
Lutero: Todo mundo nos respeita à beça por causa dessa bolação.
Os Irmãos: Tchoque-tchoque-que-bom, tchoque-tchoque-que-bom, tchoque-tchoque- que...
Angélica: Mas é mentira!!!
Os Irmãos: Claro.
Angélica: Mas, a gente sabe que é mentira, como é que a gente vive espalhando essa ideia? Como é que a gente tem até bandeira bordada com cegonha carregando bebê?
Lutero: Porque é por causa dessa mentira que a gente vive bem, que a gente ganha presente, que todo mundo nos respeita, que...
Angélica: Mas se a gente sabe que é mentira, a gente não pode passar a mentira pros outros! A gente tem que parar e dizer: é mentira! Essa ideia não vale!
Lutero: Ah, pera lá, Angélica, e como é que a gente fica?
Angélica: E como é que ficam as crianças todas quando um dia descobrem a verdade? Ficam que nem eu tô agora: com uma raiva danada. A coisa que mete mais raiva é a gente ver que foi enganada! E agora vocês querem que eu saia daqui e vá enganar os outros que nem eu fui enganada? Não topo! Não topo! Não mesmo! Puxa vida, tô com tanta raiva que até engasguei. Não to-po!
Lua: Xi, ela foi embora tão engasgada que é capaz de nunca mais desengasgar.
Lux: Será?
Luva: E se a Angélica continuar não topando, como é que a gente fica?
Lux: Já pensou?
Luís: Será que ela vai arranjar um jeito de viver sem enganar ninguém?
Lux: Mas que jeito que pode ser?
Explicador: Tá na hora de fechar o pano. Com licença. Mas ninguém precisa ficar afobado porque tudo isso que os irmãos da Angélica tão querendo saber, e a gente também, todo mundo vai ficar sabendo no segundo ato dessa maravilhosa peça. Mas antes vamos ter um intervalo pra quem quiser comer, beber ou fazer qualquer coisinha. Totorotototó!! Atenção: in-ter-va-lo.
Então é isso pessoal, eu vou ficando por aqui...e irei contar o resto do teatro no próximo vídeo...até a próxima semana!!!
TCHAAAU!!! 👋👋👋👋👋👋
EM BREVE: Vídeo contando a história!!!
Autora: Ythainá D. Gomes
/https://skoob.s3.amazonaws.com/livros/16409/ANGELICA_146687499816409SK1466874998B.jpg)
muito legal e engraçado, paraéns tathá! [vitória aqui]
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